Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 130,00/R$ 135,00, assim como a carcaça especial R$ 10,30/R$ 10,70 o quilo

Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quarta-feira (9), houve recuo de 0,46% no Paraná, chegando a R$ 6,50/kg, e de 0,15% em Santa Catarina, alcançando R$ 6,49/kg. Ficaram estáveis as cotações em Minas Gerais (R$ 7,26/kg), Rio Grande do Sul (R$ 6,65/kg) e em São Paulo (R$ 7,17/kg). Na quinta-feira (10), as principais praças que comercializam os suínos na modalidade independente se dividiram: a região Sudeste do país manteve valores estáveis e o Sul teve recuos nos preços. Há incerteza para “onde” o mercado vai, e lideranças apontam que ainda são sentidos os efeitos das paralisações de rodovias realizadas na semana seguinte ao segundo turno das eleições presidenciais, realizado no último dia 30 de outubro.

Cepea/Esalq                 

Suínos/Cepea: em outubro, altas nos preços do vivo

As altas nos preços do suíno vivo no começo de outubro garantiram que a média mensal fechasse acima da registrada em setembro

Nas últimas semanas do mês, os valores do animal recuaram em grande parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Ressalta-se, contudo, que, em muitas praças, a média de outubro ainda ficou inferior à do mesmo mês de 2021. As exportações brasileiras de carne suína, considerando-se produtos in natura e industrializados, recuaram em outubro. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), foram embarcadas 97,2 mil toneladas da proteína no último mês, 4,1% a menos que em setembro e 0,5% abaixo do volume escoado em outubro de 2021. Diante das altas nos preços do animal vivo em todas as praças acompanhadas pelo Cepea nas primeiras semanas de outubro, a média mensal do suíno ficou acima da registrada em setembro. Com isso, o poder de compra do suinocultor avançou frente ao milho, mas diminuiu frente ao farelo de soja, tendo em vista que, em algumas praças, o derivado da oleaginosa se valorizou na mesma proporção ou até mais que o animal. Os preços da carne suína registraram forte alta de setembro para outubro, enquanto os da proteína de frango apresentaram ligeira elevação, e os da bovina, queda. Diante disso, em outubro, a competitividade da carne suína caiu em relação a essas duas proteínas substitutas.

Cepea

 

Suinocultura independente: região Sudeste estável. No Sul recuo

No Paraná, considerando a média semanal (entre os dias 03/11/2022 a 09/11/2022), o indicador do preço do quilo vivo do Laboratório de Pesquisas Econômicas em Suinocultura (Lapesui) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) teve queda de 1,05%, fechando a semana em R$ 6,71/kg vivo. “Espera-se que na próxima semana o preço do suíno vivo apresente alta, podendo ser cotado a R$ 6,98/kg vivo”, informou o Lapesui

Em São Paulo, o preço se manteve estável em R$ R$ 7,73/kg vivo, segundo dados da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS), com acordo entre suinocultores e frigoríficos. No mercado mineiro, o preço ficou estável em R$ 7,30/kg vivo, com acordo entre os frigoríficos e suinocultores, conforme dados da Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg). Segundo informações da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o valor do animal caiu, passando de R$ 6,76/kg vivo para 6,67/kg vivo nesta semana.

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