No Paraná, Considerando a média semanal (entre os dias 03/02/2022 a 09/02/2022), o indicador do preço do quilo vivo do Laboratório de Pesquisas Econômicas em Suinocultura (Lapesui) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) teve alta de 3,71%, fechando a semana em R$ 4,57/kg. “Espera-se que na próxima semana o preço do suíno vivo apresente alta, podendo ser cotado a R$ 4,66/kg”, informou o Lapesui

Após repetidas quedas nos preços do suíno comercializado no mercado independente, na quinta-feira (10), o setor começou a esboçar alguma reação, com exceção de Minas Gerais, onde não houve acordo entre frigoríficos e criadores. Lideranças apontam que há uma diminuição de oferta de animais e com pesos menores, além de que o mercado entendeu que esta redução pode ser contínua, e se antecipou nas compras. 

Em São Paulo, segundo informações da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS), na semana anterior não havia tido acordo entre frigoríficos e suinocultores, e o último preço registrado havia sido de R$ 5,33/kg. 

Nesta semana, foi realizada negociação com o preço de R$ 5,87/kg, com acordo. Houve aumento também em Santa Catarina, como aponta a Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), partindo de R$ 4,76/kg vivo para R$ 5,24/kg. No mercado mineiro, houve recuo, saindo de R$ 5,40/kg vivo para R$ 5,00/kg, sem acordo entre frigoríficos e produtores, conforme com informações da Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg). 

No caso do mercado gaúcho, que realiza as negociações às sextas-feiras, o valor passou de R$ 5,28/kg vivo para R$ 5,30/kg vivo na última sexta-feira (4), conforme dados da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs).

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