O mercado de carne suína no Brasil está em um momento de alta de preços, tanto para o quilo vivo do suíno quanto para os cortes no atacado. Essa alta é influenciada por alguns fatores principais:

A oferta de suínos vivos está alinhada com a demanda, o que significa que não há excesso de animais disponíveis para abate. Essa situação contribui para a valorização do produto.

As exportações de carne suína continuam em bom ritmo, o que ajuda a equilibrar o mercado interno, pois parte da produção é destinada a outros países.

Há uma preocupação com o aumento dos custos de produção, especialmente devido à alta do preço do milho, que é um componente importante da ração dos suínos.

Essa combinação de fatores resultou em um aumento de 5,36% no preço médio do quilo do suíno vivo no país, chegando a R$ 8,03. Os cortes de pernil e a carcaça também tiveram aumentos de preço no atacado.

Houve variações de preço em diferentes regiões do Brasil, com destaque para São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiânia, Minas Gerais e Mato Grosso.

As exportações de carne suína “in natura” em fevereiro (considerando 5 dias úteis) geraram US$ 78,695 milhões, com um aumento significativo em relação ao mesmo período do ano anterior, tanto em valor quanto em quantidade exportada.

Em resumo, o mercado de carne suína no Brasil está aquecido, com preços em alta devido à oferta ajustada, às exportações em bom momento e à preocupação com os custos de produção. A expectativa é de que os preços se mantenham nesse patamar nas próximas semanas.

Fonte: Safras News

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